Alimentação escolar saudável: 7 formas de apoiar em casa o que a escola já faz 

Quando a criança come na escola e não come em casa, o motivo raramente é implicância — é contexto. A mesa da escola e a mesa de casa são dois ambientes diferentes, e a criança responde ao ambiente. Você vai encontrar o que exatamente muda entre os dois lugares, 7 formas práticas de aproximar as duas mesas, como montar a lancheira por blocos e o que perguntar à escola para descobrir o que funcionou lá. A mensagem principal: copiar o contexto da escola rende mais do que copiar o cardápio.

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5 receitas que a criança faz junto (e o que ela pode fazer em cada idade) 

A maioria das "receitas para fazer com os filhos" tem uma etapa infantil e vinte minutos de trabalho adulto. Estas cinco são o contrário: cada uma tem uma etapa que a criança faz inteira, do começo ao fim. Você vai encontrar a tabela do que a criança consegue fazer sozinha em cada idade, dos 2 aos 8 anos, as cinco receitas com a etapa dela marcada, e o que fazer quando ela não come o que preparou. A mensagem principal: o ganho da cozinha não é a criança comer o que fez — é ela passar minutos com o alimento nas mãos, sem ninguém pedindo nada.

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Como fazer a criança comer legumes: 9 estratégias que funcionam e 3 que atrapalham 

Na maior parte dos casos, a criança não está rejeitando o sabor do legume — está rejeitando a textura, a forma, o preparo... e isso muda onde vale gastar energia: mudar o preparo é barato e resolve boa parte dos casos. Você vai encontrar 9 estratégias práticas, os 3 erros que atrapalham, qual preparo testar primeiro em cada legume, e o número de ofertas que a aceitação costuma levar para aparecer. A mensagem principal: antes de concluir que ela não come um legume, teste o legume em três preparos diferentes.

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Seletividade alimentar infantil: o que é, o que não é e o que fazer em casa 

Nem toda criança que come pouco é seletiva. Seletividade é um padrão que se repete por semanas, em que o repertório de alimentos aceitos encolhe em vez de crescer. Neste texto você vai entender a distinção que muda a forma de agir no almoço — recusa não é a mesma coisa que evitação —, por que familiarizar funciona melhor do que insistir, quais são os 5 sinais que merecem avaliação profissional e o que fazer a partir de hoje. A mensagem principal: o trabalho que resolve seletividade acontece quase todo fora da hora da refeição.

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